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O que ficará na memória coletiva de 2014? No âmbito arquitetônico, longe das arenas mamutes que não fizeram feio , destacamos no anuário 2014 nove projetos de programas e projetistas diversos. Um dos pontos em comum é o porte: eles são relativamente pequenos. Mas, se ninguém dúvida da ressonância dos rugidos dos camundongos arquitetônicos desde o Tiempetto, de Bramante, de certa forma não deixa de ser um incômodo em relação ao seu possível alcance social.
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Arq.Futuro: a cidade e a água #23
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A cidade não vive sem água. Contudo, a urbe precisa de uma quantidade equilibrada do líquido: a vida fica insuportável se a substância for escassa ou abundante. Longe dos extremos, a relação estável entre a cidade e a água garante a qualidade de vida no meio urbano. Diante deste cenário de equilíbrio e desequilíbrio entre cidade e água, que lições Piracicaba pode dar? Como revitalizar uma favela tendo a água como aliada? Ao debater estas e outras questões, o Arq.Futuro: a cidade e a água fomenta a discussão sobre uma das questões mais urgentes da contemporaneidade.
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Tal como um piloto de Fórmula 1, cuja virtude mais notável não é só saber pisar fundo no acelerador, mas, sobretudo, ter controle absoluto nas reduzidas, Francisco Spadoni domina a velocidade de sua via profissional com astúcia. Seja na reflexão teórica, como professor da Universidade de São Paulo (USP) e do Mackenzie, seja na prática profissional (à frente do escritório Spadoni AA), sua trajetória é sui generis.
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Completando 15 anos de vida, o FGMF Arquitetos ostenta no currículo mais de 80 prêmios concedidos a obras dos mais diversos programas, desde casas minúsculas até prédios de escritórios, passando por indústrias e espaços comerciais. A jovem empresa é liderada por um trio que faz uma tabela invejável desde o tempo da faculdade: Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz, todos com menos de 40 anos de idade.
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À frente de um estúdio de arquitetura com sedes em São Paulo e Nova York e mais de 40 colaboradores, Arthur Casas completa 30 anos de trabalho em 2014 atravessando sua mais estimulante fase profissional. Se ele começou na década de 1980 como decorador e designer, sua notoriedade foi estabelecida nas duas décadas seguintes. Recentemente, ele subiu mais um patamar: além de conseguir com frequência encargos de arquitetura, seu estúdio ganhou quatro disputados concursos para projetos públicos.
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Desde os anos 1930, o bairro paulistano de Higienópolis é palco de intensa construção de edifícios de apartamentos. Canibalizando palacetes que fizeram a fama aristocrática do bairro, exemplares criados por arquitetos como Rino Levi, Vilanova Artigas e Franz Heep são figurinhas carimbadas em enciclopédias da arquitetura. Contudo, eles são a ponta de um iceberg que permanece submerso, à espera de estudos aprofundados. Dos mais de 160 prédios listados pelo interesse arquitetônico, emergem 90 arquitetos.
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Em arquitetura, um ano é uma abstração. A frase dita por um editor dá o tom da dificuldade de mapear a produção arquitetônica de 365 dias. Afinal, diferente de outras manifestações culturais, quando o assunto é arquitetura há dificuldade em precisar a data exata de uma obra. Será a de sua criação, a do desenvolvimento ou a da inauguração. E quando ela é inaugurada mas não ocupada. E quando a obra é ocupada sem ser inaugurada. Seja como for, o desafio desta edição é mapear a arquitetura brasileira, criando o anuário 2013.
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X Bienal de Arquitetura de São Paulo #17
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Esta edição de Monolito é o catálogo da X Bienal de Arquitetura de São Paulo Cidade: Modos de Fazer, Modos de Usar. O evento realizado pelo IABsp elegeu o ambiente urbano como espinha dorsal. Liderados por uma curadoria interestadual em São Paulo, Guilherme Wisnik e Ligia Nobre (editores convidados desta Monolito), e no Rio de Janeiro, Ana Luiza Nobre, o evento só foi possível graças a um sem-número de colaboradores, desde os participantes das discussões iniciais, passando pela jovem equipe de arquitetos, de pesquisadores ou fotógrafos.
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Aos 72 anos, Héctor Vigliecca está em sua melhor forma: com entusiasmo de jovem e experiência de veterano, ele marcha obstinado, como um corredor de fundo, para transformar positivamente as cidades com seus projetos. Vivendo há quase 40 anos no Brasil, esse uruguaio conquistou um lugar de destaque na arquitetura brasileira por atualizar o debate e demonstrar uma alternativa de atuação em projetos públicos.
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Construído pelo homem ou no meio natural, é raro um lugar não ser, para pelo menos uma pessoa, um espaço de trabalho. Acontece, por exemplo, em uma escola para um professor ou uma fábrica para um operário; os agricultores têm o arado no campo e os garis, a sarjeta da rua. Um oceanógrafo acredita que o fundo do mar é seu local de lavor, assim como o interior de uma mina para um minerador. Contudo, para uma parcela significativa da população, quando o tema trabalho está em foco, o que vem à mente são os escritórios.
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Um laboratório – é assim que com frequência se vê a casa de arquiteto, a construção que ele cria para uso próprio. Afinal, sem clientes por perto, o projetista experimenta tecnologias, formas e espaços. Mais do que isso, pode ser, voluntariamente, cobaia de uma nova forma de vida, com arranjos domésticos inovadores. Por essa ótica, a casa de arquiteto é capaz de gerar uma utopia particular carregada por idealismo, propondo universos paralelos que sobrevivem a seus autores. Mas a contrapartida da liberdade talvez seja a angústia: agora que você pode fazer tudo, vai fazer o quê?
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Thiago Bernardes e Paulo Jacobsen foram sócios da Bernardes + Jacobsen Arquitetura, um movimentado escritório com sedes no Rio de Janeiro e São Paulo que existiu de 2002 a 2012. Com idades e trajetórias diferentes, eles foram unidos pelo destino: inesperadamente, tornaram-se sócios com a morte trágica de Claudio Bernardes, pai de Thiago e sócio de Jacobsen. Na década em que trabalharam juntos, a dupla dirigiu uma qualificada equipe que realizou cerca de 300 projetos, dos quais 120 foram executados. Eles cresceram ao focar na sede paulistana, que chegou a gerar 70% dos trabalhos.